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Unidade de Medida de Racks

“Rack Unit” é a unidade de medida utilizada para descrever a altura de servidores, switches e outros dispositivos montados em racks de 19 polegadas. Pelo padrão internacional de medidas o tamanho de cada unidade de rack é: 48,5 cm x 4,2 cm (centímetros) – 19″ x 1.75″ inch (polegadas)

As medidas nesta unidade são representadas pelo número equivalente seguido da letra “U”, no formato “1U”, “2U”, “3U” e assim por diante. Algumas vezes a representação também é feita no formato “1RU”.

Ao contrário dos desktops, que utilizam gabinetes do tipo torre, os servidores utilizam tradicionalmente gabinetes 1U, 2U, 3U, 4U ou 6U, que são instalados em racks. Os números que dão nomes aos formatos dos gabinetes indicam justamente o número de baias que eles ocupam nos racks. Os gabinetes 1U ocupam uma única baia, os 2U ocupam duas e os 4U ocupam quatro, sendo que um rack de tamanho padrão possui até 42 baias.

A idéia geral é essa, para quem quer estar informado no mundo dos servidores e de redes em geral, precisa estar familiarizados com os termos usados.

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Programação, desenvolvimento C/C++

Um grande dilema para quem trabalha com desenvolvimento de software é a escolha de uma linguagem que tenha todos os recursos que você precisa para desenvolver um bom programa e com a produtividade necessária nos dias de hoje, afinal seu chefe não vai esperar meses para você produzir pequenas soluções.

Para refletir:

“Qual é a melhor linguagem de programação??
A resposta é: Aquela que você melhor domina”

Por isso depois de ter sua linguagem para o desenvolvimento pesquise e escolha as melhores ferramentas que aumentam a sua produção, com recursos práticos e eficientes.
Outro requisito que se não for o principal é um dos mais importantes é o custo, que precisa ser bem avaliado o Custo X Benefícios, pois ferramentas existem muitas, mas dependendo do tamanho do projeto o gastos podem ser mais altos do que o lucro esperado.

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Para os desenvolvedores e programadores que utilizam C/C++ uma ferramenta que pode ser utilizada para projetos de pequeno e médio porte é a Code Blocks Studio, sendo uma ferramenta open source com bons recuros.

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Migração Tecnológica – Disquetes

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Disquetes você ainda usa? Com o aumento das vendas de computadores com gravadores de CD e DVD diminuiu bastante a utilização dos disquetes, mas o que realmente, no meu ponto de vista, acabou em dizimar com esses disquinhos foi a popularização dos Pen-Drives.
Quanto mais uma tecnologia fica comum, menor é o preço, e com isso mais gente pode adquiri – lá.

O ponto fraco dos CDs e DVDs é fato do tamanho do disco que não é tão prático como um pendrive que você pode levar no bolso, ou ainda como chaveiro, alguns modelos são os verdadeiros “pen” drives com o formato de uma caneta, sendo metade caneta e metade pen-drive, com a grande vantagem de ter seu tamanho bastante reduzido e grande capacidade de armazenagem.

Mas algumas aplicações antigas não dão suporte aos dispositivos USB e com isso não é possível utilizá-los, prendendo assim o uso dos disquetes de 3 1/4″ de polegada.
Essas aplicações, também denominadas aplicações legadas, precisam ser adaptadas num processo de migração tecnológica para os novos recursos existente hoje.

O processo é moroso e complicado, pois exige o aprendizado de novas tecnologias. Com isso tenho observado, nas empresas e locais de trabalho, que estas novidades não são muito bem recebidas, principalmente por funcionários mais antigos, que muitas vezes acabam sendo substituídos por outros não porque não são capazes de aprender os novos produtos, mas parece haver uma preguiça mental onde todos se acomodam a saber somente aquilo que estão acostumados a fazer e se você apresentar um recurso novo, mesmo que seja um grande facilitador para a execução daquela tarefa, ele não é assimilado.

E no seu ambiente de trabalho como é a política de atualização tecnológica??

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Conectores/Cabos/Cordões/Fibra Ótica

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Esta semana estive lidando com algumas conexões de fibra ótica e encontrei dificuldade em localizar informações sobre conectores, cabos e cordões utilizados em redes ópticas.
A variedade e características de cada conector mudam podendo ser simplex ou duplex conforme o número de cabos e as fibras podendo ainda serem monomodo ou multimodo que também tem suas características pautadas em vantagens e desvantagens de cada configuração e todas essas opções tem seus custos associados, o que em geralemente é bem mais elevado do que o cabeamento padrão com cabos de par trançado categoria 5, o famoso cabo azul. Mas para grandes empresas ou negócios que requerem muito tecnologia ou tem previsão de um bom crescimento e depedem de uma infra-estrutra tecnológica de informática e de telecomunicações bastente eficiente e rápida a fibra ótica se torna uma das opções mais indicadas já que seu ganho de qualidade é muito elevado.

Eu coloquei na figura acima alguns dos principais tipos conectores LX.5/LC/MU/SC/LSH/SC Duplex/FCPC/LSA (DIN)/ODC, lembrando que existem outros aindas. Um detalhe que chama atenção é semelhança que alguns conectores tem entre si, o que dificulta a sua identificação.

Outra dificuldade foi encontrar lojas que vendam esses tipos de conectores e cordões que possuem preços elevados, sendo que um simples cordão simplex de aproximadamente 1,5 metro custa em média R$ 68.00, tornando o uso desta tecnologia somente por empresas de grande porte e que possuam um parque de máquinas com um certo grau de investimento em tecnologia de ponta.

Você caro leitor que queira fazer alguma sugestão e comentar sobre o assunto, extravase.

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Tecnologia de Ponta – Microsoft Surface

Apesar de muitos serem anti-microsoft não podemos negar o fato dela ser a maior empresa do mundo em tecnologia de computadores. Para você ter uma idéia pense no computador do escritório ou ainda no seu computador em casa, pense nos sistemas que rodam em aeroportos, pense na bolsa de valores, em tudo o que você pense existe Windows ou seja o software da Microsoft rodando nesses computadores, mesmo com a expansão do seu forte concorrente o Linux, ainda existe muito chão para que o “pinquinzinho” chegue lá.
Dê uma olhadinha no novo dispositivo da Microsoft, um novo conceito de interação entre máquina e usuário. Show de bola.

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ERP – Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

ERP – Enterprise Resource Planning, no Brasil SIGE – Sistemas Integrados de Gestão Empresarial, são sistemas de informações que integram todos os dados e processos de uma organização em um único sistema. A integração pode ser vista sob a perspectiva funcional, sistemas de: finanças, contabilidade, recursos humanos, fabricação, marketing e vendas, etc.

ERP automatiza as tarefas envolvendo a performance de um processo. Com o ERP, quando um representante recebe o pedido de um cliente, ele ou ela, tem todas as informações necessárias para completá-lo. Todas as pessoas na empresa vêm o mesmo visor e têm acesso a um único banco de dados que guarda o novo pedido do cliente. Quando um departamento termina a sua parte em um pedido, este é enviado automaticamente para o próximo departamento via ERP. Para saber em que ponto está um pedido, em um determinado momento, é só checar no ERP. Com sorte, o processo se move como um raio dentro da organização, e os clientes recebem seus pedidos mais rapidamente que antes. O ERP consegue aplicar essa mesma mágica à maioria dos processos empresariais, tal qual manter os funcionários informados sobre seus benefícios ou sobre decisões financeiras em geral.

Hoje empresas desde pequenas a gradnes corporações não sobrevivem sem sistemas de informação, automatizando tarefas e agilizandos todos os processos da empresa.

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